sexta-feira, 17 de maio de 2013

Cinepoesia (de Jorge Ventura)



Que magia de luz é esta?
Um facho, um feixe, uma fresta?

O azul no centro da tela
e a ilusão bem dentro dela

Ah! Esta lanterna mágica
Tantos sorrisos e lágrimas

Cena pós cena de um filme
Minha emoção mais sublime

Uma explosão de metáforas
Todos os sonhos diáfanos

Tampouco a pinta de Marilyn
Tampouco os tipos de Chaplin

É a magia do cinema
a poesia no poema

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